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04/07/2018

INSULINA

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INSULINA

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que tem como principal função regular a quantidade de glicose circulante no sangue.
A Resistência à insulina é um termo empregado para definir uma situação em que a insulina que circula no sangue não tem sua atividade plena. Quando o indivíduo é resistente à insulina, seu pâncreas produz o hormônio com o estímulo gerado pela glicose, mas este não age apropriadamente. Ou seja, a glicose não é capaz de entrar nas células dos te...cidos e se acumula no sangue.
Com o intuito de corrigir essa resistência, o organismo acaba secretando maiores quantidades de insulina. Esse mecanismo pode leva a uma concentração aumentada tanto da insulina quanto da glicose no sangue, podendo resultar em um estado de pré-diabetes ou mesmo em diabetes.
Indivíduos com excesso de peso, concentrado principalmente na região abdominal, são os que mais frequentemente apresentam resistência à ação da insulina. Em alguns casos, podem ocorrer algumas manchas escurecidas nas axilas e na região da nuca conhecidas como “acantose nigricans”. A dosagem da insulina pode ser útil, pois resulta, em geral, em valores altos, revelando a tentativa do organismo de corrigir o defeito. No entanto, essa dosagem representa apenas uma ferramenta que complementa o diagnóstico clínico.
Recentemente, foi apontada uma relação entre a resistência à insulina e a deficiência de vitamina D. Os cientistas verificaram que a Vitamina D possui um efeito regulatório na transcrição de diferentes genes envolvidos em várias vias metabólicas, incluindo o receptor de insulina e por isso, pode melhorar tanto a sensibilidade à insulina quanto a sua produção.
Portanto, é extremamente importante o acompanhamento dos níveis séricos de insulina e da Vitamina D para verificar e prevenir da resistência à insulina e de doenças a ela associadas. A saber, o exame laboratorial é simples e acessível economicamente. Converse com seu médico de confiança e informe-se a respeito.


18/10/2017

DIA DO MÉDICO

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DIA DO MÉDICO

CUIDANDO DE VOCÊ SEMPRE!!!


18/08/2017

MULTIPLEX, PCR PARA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

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MULTIPLEX, PCR PARA DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

A PCR Multiplex é capaz de detectar, em uma única reação, a maioria das bactérias associadas às infecções do trato genital: C trachomatis, M.genitalium, N.gonorrhoea e U.urealyticum. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. As DST estão entre as 5 principais causas de procura por serviços de saúde (OMS-1990) e quando não tratadas podem levar à doenças inflamatórias na pelve, infertilidade e gravidez ectópica. É um método não invasivo por permitir utilizar-se amostras de urina de 1o jato, não sendo necessários a dolorosa coleta intra-uretral. É uma tecnica mais simples, rápida e sensível que os metodos convencionais. Quando positivo, é liberado o resultado com o nome do agente específico isolado.


09/12/2016

BIÓPSIA LIQUIDA

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BIÓPSIA LIQUIDA

Biópsia líquida.

A dificuldade de acessar as diferentes populações de células tumorais por biópsia convencional é um dos maiores desafios no cuidado contínuo e monitoramento do câncer. Como solução, realiza-se a análise de DNA tumoral circulante, a biópsia líquida ,método minimamente invasivo: análise realizada em amostra de sangue periférico.

Sensibilidade e assertividade: permite a identificação de mutações no momento em que elas surgem.

Tratamento personalizado: auxílio na escolha do medicamento com melhor resposta de acordo com o estudo individualizado do gene. Acompanhamento contínuo: pode ser aplicado, além da detecção inicial do tumor, durante o prognóstico e o monitoramento da resposta ao tratamento. Maior disponibilidade de amostra: pode ser usado em casos de esgotamento de material ou baixa porcentagem de células viáveis na amostra tumoral sólida em bloco de parafina.


26/10/2016

IMUNODEFICIÊNCIA COMBINADA GRAVE-SCID

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IMUNODEFICIÊNCIA COMBINADA GRAVE-SCID

 

Imunodeficiência combinada grave-SCID

A imunodeficiência combinada grave, (Severe Combined Immunodeficiency - SCID - pronúncia: SKID) é considerada o mais grave grupo de desordens de imunodeficiências primárias (IDP), e é reconhecida como uma emergência pediátrica e potencialmente fatal.
A SCID pode ser causada pela ausência ou mal funcionamento dos linfócitos T, pela ausência ou mal funcionamento do timo, ou por defeito nas células estaminais de medula óssea a partir das quais se desenvolvem os linfócitos B e T maduros.
A ausência combinada de linfócitos T e da função dos linfócitos B, na SCID, deixa o lactente completamente vulnerável a infecções que ameaçam a vida. Lactentes com SCID não conseguem desenvolver seu sistema de defesa e podem enfrentar um número excessivo de infecções e complicações delas decorrentes, como pneumonia, meningite ou infecções da corrente sanguínea dentro dos primeiros meses de vida. Mesmo as infecções e viroses normais na infância podem ser fatais para um bebê com SCID.
Exatamente porque um bebê com SCID é tão vulnerável a infecções, o diagnóstico precoce é fundamental. Se um bebê com SCID recebe um transplante de medula óssea até os primeiros 3 meses e meio de vida, a taxa de sobrevivência pode ser tão alta quanto 94%. No entanto, a taxa de sobrevivência diminui para menos de 70% para os lactentes que são transplantados após essa idade, devido às infecções graves desenvolvidas pelos bebês com SCID antes do transplante.

Triagem Neonatal
O diagnóstico precoce da SCID é essencial para preservar a vida. Um novo teste de triagem neonatal oferece a crescente esperança de que todos os bebês afetados pela SCID possam ser diagnosticados na primeira semana de vida.
A função do timo, órgão onde se dá a maturação dos linfócitos, pode ser determinada pelos círculos de excisão dos receptores de células T (sigla inglesa, TREC). Os TRECs são subprodutos de DNA extracromossômicos, resultantes de um rearranjo dos receptores de células T.
Assim, a quantificação dos TRECs fornece uma avaliação muito específica da função das células T. Os TRECs são quase indetectáveis em crianças com SCID e baixos níveis de TRECs também ocorrem outra imunodeficiência, a Síndrome de DiGeorge.

Um resultado positivo para SCID não significa que o bebê tem a doença. Significa que mais testes devem ser feitos para confirmar ou descartar a SCID.
 


17/10/2016

CONGRESSO BRASILEIRO DE PATOLOGIA CLÍNICA-RJ

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O LABVITA participou do 50 Congresso Brasileiro de Patologia Clinica recentemente. Evento que contou com a participação de centenas de profissionais da area. Novas tecnologias sempre devem estar a disposição dos nossos clientes. A medicina laboratorial passa por um momento desafiador. Novas abordagens diagnósticas, exigem rapidez e precisão para maior eficiencia na prevenção, diagnóstico e  monitoramentos das doenças.

Lisiane Copetti Vendruscolo participou do 50 Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/RJ/09/2017.


22/08/2016

IGENOMIX

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IGENOMIX

O Labvita encontra-se credenciado a IGENOMIX,laboratório pioneiro em reprodução genética no mundo.São testes pré natais não invasivos que detectam anomalias como a Sindrome de Down ,por meio de uma coleta de sangue materno,a partir da 10º semana de gestação.

É valido especialmente para mulheres com resultado anormal da triagem de 1º trimestre ou que apresentam alguma suspeita no ultrassom.  

O NACE e o NACE PLUS são  testes que se  utilizam da última tecnologia em sequenciamento que analisa o DNA fetal juntamente com o DNA materno para detectar determinadas anomalias com grande precisão e confiabilidade. Durante a gestação, o DNA do bebê circula pelo aporte sanguineo materno. 

Diversos outros exames genéticos para investigar Infertilidade Masculina,Abortos de Repetição,Trombofilias,Sequenciamento Completo do Exoma e  pesquisa do Gene BRCA1 e BRCA2 podem ser realizados.


14/06/2016

DIA MUNDIAL DO DOADOR DE SANGUE

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DIA MUNDIAL DO DOADOR DE SANGUE

VOCÊ PODE SALVAR VIDAS:PARA QUEM DOA SÃO APENAS ALGUNS MUNUTOS,PARA QUEM RECEBE É PARA UMA VIDA INTEIRA.



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